AGUARDANDO TEXTO
Nascido em 13 de julho de 1945, Antoninho Roberto Matheus, carinhosamente chamado de Toninho, iniciou sua missão diaconal na Paróquia Bom Pastor em 6 de dezembro de 1988, permanecendo em serviço até 30 de maio de 2020. O convite para abraçar essa vocação veio do Pe. Paulo Toni, foi acolhido por Dom Roberto Pinarello Almeida, 2º Bispo Diocesano de Jundiaí, e sua ordenação aconteceu pelas mãos de Dom Amaury Castanho, 3º Bispo Diocesano.
Após muitos anos de dedicação e entrega à comunidade, Toninho tornou-se diácono emérito da Paróquia, mas segue atuando com alegria em algumas funções, como celebrações da Palavra, batizados e casamentos.
Casado com Angélica, é pai de três filhos e avô orgulhoso de três netos. Mora no bairro desde junho de 1980.
Para sua formação, frequentou por três anos e meio a Escola Diaconal Santo Estevão, da Diocese de Jundiaí. Na Paróquia, sempre esteve presente nas missas, casamentos, batizados e nas ações evangelizadoras. No âmbito diocesano, contribuiu também como membro da Diretoria da Comissão Diocesana de Diáconos, foi Diácono Referência na Região Pastoral X e hoje atua como Juiz Auditor no Tribunal Eclesiástico.
Devoto de Nossa Senhora Aparecida, tem como inspiração para a vida cristã São José, patrono da família e do trabalho, São Paulo, o apóstolo missionário, e Santo Antônio, protetor dos pobres e oprimidos.
O Diácono Fellipe Vendramim é um dedicado membro do clero na Paróquia Bom Pastor, onde exerce seu ministério diaconal com zelo e compromisso.
Nascido em 15 de novembro de 1972, foi ordenado diácono permanente em 15 de maio de 2022, após completar 6 anos de formação teológica e pastoral.
O incentivo para assumir a missão veio do Bispo Dom Vicente Costa – 5º Bispo Diocesano de Jundiaí, e apoiado pelos párocos Carlos Rafael Casarin e Paulo Toni Júnior.
Desde então, o Diácono Fellipe tem colaborado ativamente nas celebrações litúrgicas, proclamando o Evangelho, acompanhando pastorais e realizando visitas aos doentes da comunidade. Seu serviço é marcado pela simplicidade, pela fé e pelo desejo sincero de ajudar a fortalecer a caminhada espiritual dos fiéis.
Durante a pandemia, Fellipe e outros paroquianos idealizaram um projeto para distribuir refeições para comunidades carentes vizinhas da região, e juntos fundaram a Associação Católica Amigos Bom Pastor, que faz em média 15 mil quentinhas por ano.
Fellipe é casado, pai de duas filhas e mora em Alphaville desde 2001.
Ao ser ordenado, escolheu como lema o versículo do Salmo 22(23): “O Senhor é o pastor que nos conduz; felicidade e todo bem hão de seguir-me” — uma expressão de confiança e entrega à vontade de Deus que marca sua caminhada. É devoto de Nossa Senhora de Lourdes, São José e São Miguel Arcanjo, a quem recorre com fé em sua missão de servir.
O primeiro padre a trabalhar aqui, em Alphaville – Santana de Parnaíba, foi o Pe. Guilherme Krupp, que celebrava inicialmente nas residências dos moradores, por não ter ainda uma igreja no bairro.
Em 1983, a Construtora Albuquerque Takaoka doou um terreno de mil e quinhentos metros, em frente ao Residencial 9, para a construção de uma Capela, como se dizia na época.
Foi sucedido pelo Pe. Achilles Marenghi, do Clero Diocesano de Jundiaí, e após pouco tempo, pelo Pe. Chistovão Arnault, da Congregação dos Padres do Espírito Santo, que construiu a Casa Paroquial.
Diante da fragilidade do padre e das necessidades pastorais, foi criada a Paróquia Bom Pastor de Alphaville, desmembrada da Paróquia de Santa Ana. Aos 27 de novembro de 1993, D. Roberto Pinarello de Almeida, Bispo Diocesano de Jundiaí, deu posse ao Pe. Paulo Toni Jr. na missão de pároco. Foram criadas várias pastorais e incentivadas as que já existiam; e o grande projeto era a construção do templo para acolher os fiéis.
Com o crescimento dos frequentadores, percebia-se que era pequeno o terreno à disposição. O Pe. Paulo, então, procurou o Dr. Renato Albuquerque, acompanhado do Eng. Othílio Moura, apresentando projeto remodelado e pedindo a doação da área ao lado da antiga Igreja e Casa Paroquial já construídas.
Assim foi doado o atual terreno de aproximadamente vinte e três mil metros. Toda comunidade se empenhou na nova construção, e aos 3 de maio de 1998 foi consagrado o Templo atual por D. Amaury Castanho, Bispo Diocesano. No altar principal, um granito de uma tonelada, estão colocadas – como antigo costume cristão – as relíquias de São Vicente de Paulo, Santa Luiza de Marilac e Santa Catarina Labouré, cujos túmulos se encontram em Paris, na Capela da Medalha Milagrosa.
No Advento de 1999, foram inaugurados três sinos, dedicados a Imaculada Conceição, a São José e ao Papa João Paulo II, respectivamente.
No Ano Santo de 2000, foi inaugurado o Domus Mater Dei (nome dado em homenagem a Mãe de Deus), com salas de reunião e catequese.
Em 2001, o Pe. Paulo, com um grupo de paroquianos(as), funda a Comunidade de Amor Rainha da Paz, para atendimento a crianças pobres com alguma deficiência física ou mental.
Aos 8 de dezembro de 2004, foi colocada a pedra fundamental da atual construção da Rainha da Paz.
Em fevereiro de 2005, assumiu o segundo pároco, o Pe. Félix Xavier, também do Clero Diocesano, que permaneceu até fevereiro de 2011, quando o Pe. Carlos Rafael Casarin é nomeado o terceiro pároco. Em janeiro de 2018, D. Vicente Costa, Bispo de Jundiaí, nomeia o quarto pároco, o Pe. Paulo Toni Jr.
Em Janeiro de 2025, D. Arnaldo Carvalheiro nomeia como quinto pároco Pe. Diego Marques Araujo
Deus seja louvado nesta bela caminhada de tantos irmãos e tantas irmãs, alguns desses já na Casa do Pai, que colaboraram e tornaram possível o anúncio do Evangelho de Jesus Cristo, o Bom Pastor!
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